
Todos sabemos que o emprego da forma como nós o entendemos, é hoje um bem escasso.
Vivemos uma época repleta de mudanças – algumas delas bem profundas – no mercado de trabalho.
Na indústria, um robot, ceifa -em média- 4 postos de trabalho de mão de obra humana. E um pouco por todos os sectores, o avanço tecnológico tem tornado absoletas: profissões, artes e ofícios, que fazem parte do pensamento colectivo tradicional sobre os empregos.
Em boa verdade, não podemos afirmar que há desemprego, o que está desaparecendo é o emprego mesmo!
Muitas pessoas têm que tomar consciência que não estão desempregadas, a sua profissão é que acabou. Têm que se reciclar e ganhar uma nova dimensão no mercado de trabalho.
Os desempregados, que para além da escassez de oferta no mercado de trabalho, vêm-se confrontados com dois grandes obstáculos: (por terem muita idade ou possuírem pouca experiência.)
Os Jovens á procura do 1º emprego, também eles são vitimas da escassez de oferta no mercado de trabalho. E, por muitas das vezes não saberem o quê ou onde procurar, os mesmos olham o futuro com muito pouco entusiasmo. E mesmo possuidores de vários diplomas, quando têm uma fugaz oportunidade, acabam se vendendo por muito pouco.
Os Deficientes, gozam hoje de melhores dias no que concerne ao emprego. Mas, embora hoje a legislação laboral já se mostre mais justa para com estes -despojadas da sorte- a mesma ainda padece de algumas lacunas, tornando deficientes as respostas do mercado laboral às suas reais necessidades.
As donas de casa, querem trabalhar fora por variadíssimas razões, umas: afim de colaborar no orçamento familiar de forma a melhorar a qualidade de vida da sua família; outras: para conquistarem a sua independência financeira em relação ao esposo, e ainda outras: optam por trabalharem, simplesmente para se sentirem realizadas.
Mas, para isso, têm de aprender, coisas novas. Coisas que não se aprendem nas escolas nem nas Universidades, mas que são fundamentais para chegarem de uma forma incisiva e objectiva ao mercado de trabalho e, obterem dele uma resposta favorável, lucrativa e duradoura!
Há que de uma vez por todas alterar o nosso “software mental” na nossa forma de procurar emprego. Temos de avaliar as nossas forças e fraquezas e torná-las nossas aliadas na procura da nossa fonte de rendimento.
A falta de emprego poderá derar-lhe desmotivação, baixar-lhe a auto-estima fazer-lhe perder bens que já adquiriu: carro, casa,etc. Ou será uma excelente oportunidade para você criar o seu auto-emprego nas novas tendências.
Tem 2 opções: lamentar ou procurar soluções!
Eu sei o que pode estar passando...pois já passei pelo mesmo, não uma mais várias vezes, e isso só me ensinou a estar atento a novas oportunidades e fonte de rendimentos.
Para novos problemas, novas soluções!
Vivemos uma época repleta de mudanças – algumas delas bem profundas – no mercado de trabalho.
Na indústria, um robot, ceifa -em média- 4 postos de trabalho de mão de obra humana. E um pouco por todos os sectores, o avanço tecnológico tem tornado absoletas: profissões, artes e ofícios, que fazem parte do pensamento colectivo tradicional sobre os empregos.
Em boa verdade, não podemos afirmar que há desemprego, o que está desaparecendo é o emprego mesmo!
Muitas pessoas têm que tomar consciência que não estão desempregadas, a sua profissão é que acabou. Têm que se reciclar e ganhar uma nova dimensão no mercado de trabalho.
Os desempregados, que para além da escassez de oferta no mercado de trabalho, vêm-se confrontados com dois grandes obstáculos: (por terem muita idade ou possuírem pouca experiência.)
Os Jovens á procura do 1º emprego, também eles são vitimas da escassez de oferta no mercado de trabalho. E, por muitas das vezes não saberem o quê ou onde procurar, os mesmos olham o futuro com muito pouco entusiasmo. E mesmo possuidores de vários diplomas, quando têm uma fugaz oportunidade, acabam se vendendo por muito pouco.
Os Deficientes, gozam hoje de melhores dias no que concerne ao emprego. Mas, embora hoje a legislação laboral já se mostre mais justa para com estes -despojadas da sorte- a mesma ainda padece de algumas lacunas, tornando deficientes as respostas do mercado laboral às suas reais necessidades.
As donas de casa, querem trabalhar fora por variadíssimas razões, umas: afim de colaborar no orçamento familiar de forma a melhorar a qualidade de vida da sua família; outras: para conquistarem a sua independência financeira em relação ao esposo, e ainda outras: optam por trabalharem, simplesmente para se sentirem realizadas.
Mas, para isso, têm de aprender, coisas novas. Coisas que não se aprendem nas escolas nem nas Universidades, mas que são fundamentais para chegarem de uma forma incisiva e objectiva ao mercado de trabalho e, obterem dele uma resposta favorável, lucrativa e duradoura!
Há que de uma vez por todas alterar o nosso “software mental” na nossa forma de procurar emprego. Temos de avaliar as nossas forças e fraquezas e torná-las nossas aliadas na procura da nossa fonte de rendimento.
A falta de emprego poderá derar-lhe desmotivação, baixar-lhe a auto-estima fazer-lhe perder bens que já adquiriu: carro, casa,etc. Ou será uma excelente oportunidade para você criar o seu auto-emprego nas novas tendências.
Tem 2 opções: lamentar ou procurar soluções!
Eu sei o que pode estar passando...pois já passei pelo mesmo, não uma mais várias vezes, e isso só me ensinou a estar atento a novas oportunidades e fonte de rendimentos.
Para novos problemas, novas soluções!
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